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NUNCA INVESTIU?

Investir através do BiG é simples e prático. No BiG, tem à sua disponibilização vários activos financeiros desde Acções, Warrants, ETFs, ADRs, Futuros, CFDs, Fundos, entre muitos outros, que lhe dão acesso a inúmeros mercados e lhe permitem adequar os seus investimentos às suas necessidades e objectivos.

No entanto, antes de iniciar a sua actividade de investimento, deverá identificar seu perfil de investidor, assim como, conhecer todos os riscos inerentes ao investimento.

Para tal, aconselhamos que entre em contacto com um Financial Advisor do BiG, de modo a esclarecer quaisquer questões ou dúvidas que tenha, e a obter um aconselhamento profissional na escolha dos activos financeiros mais adequados ao seu perfil e objectivos como investidor.

Igualmente, antes de começar a investir, deverá reter todos os riscos associados ao tipo de activo em que pretende negociar. Pode encontrar informação sobre os riscos de cada activo, nas páginas específicas de cada produto. Para consultar todos os activos disponíveis no BiG, aceda à área Onde e Como Investir.

Para melhor compreensão do que é o investimento, deixamos ainda algumas regras essenciais para quem pretende começar a investir:

A componente de investimento e poupança deve ser integrada, em primeiro lugar, no contexto geral da sua vida financeira. Esse orçamento ou planeamento deve incluir a decisão de comprar, ou não, uma casa, o que para a maior parte das pessoas é o seu maior investimento, a gestão da sua carreira profissional, ou qual o nível de cobertura de riscos através de seguros que pretende ter. No entanto, não deixe de poupar, dado que a primeira permissa para assegurar a criação de riqueza financeira é, em simultâneo com a sua aplicação, fazer um esforço de poupança que permita igualmente aumentar a base de investimento, por forma a poder constituir um plano que não seja somente adequado, mas também interessante e realista.

Quando falamos de investimento, e se ignorarmos a necessidade de diversificação que pode ser assegurada indirectamente, por exemplo, através de Fundos ou ETFs, o principal desafio é a alocação de capital: quanto aplicar em depósitos, aplicações de capital garantido, acções, obrigações, etc.

A especulação – investimento de muito curto prazo com objectivo de realização de mais-valias acima da média – deve ser entendida como uma opção somente para quem tem tempo, conhecimento e disponibilidade financeira, sendo que neste tipo de investimento, deve ser alocado somente uma percentagem do total do capital que não tenha um impacto significativo no seu património global.

Ao iniciar o investimento é importante que estabeleça objectivos de intervalo de rentabilidade esperada e limites temporais para avaliar a performance respectiva. Tenha atenção que não existem objectivos rígidos, dado que ao longo da vida de um investidor, é natural que estes objectivos vão sendo alterados. Os objectivos definidos deverão ser aplicados evitando que factores emocionais interfiram , dado que poderá levar a desvios no planeamento efectuado.

Esta regra está relacionada com a alocação de investimento em diferentes classes de activos (depósitos, acções, obrigações, etc.) porque uma avaliação séria da sua performance leva tempo e, a não ser que queira somente especular, terá de necessariamente estar disposto a esperar para ver resultados. No entanto, indicamos que o investimento a longo prazo não deve significar que se esqueça dos investimentos que tem. Ao iniciar um investimento, deverá ter em conta alternativas que tenham liquidez, e deste modo permitam sair em caso de necessidade. Primeiro, porque ninguém consegue planear e prever todas as necessidades financeiras futuras e, depois, porque poderão surgir alternativas que melhor se adequem à sua estratégia.

O conceito de “não colocar os ovos todos no mesmo cesto” intuitivamente faz sentido. Contudo, foi Harry Markowitz, prémio Nobel da Economia em 1990 que, nos anos 50, sistematizou o conceito através do estudo das correlações entre activos, onde a existência de activos com diferentes correlações faz com que o risco da carteira no seu todo seja menor. Existem várias alternativas, como os fundos de investimento e os ETFs, que permitem a diversificação sem ter de adquirir diversos activos, algo que teria um custo de negociação elevado.

A melhor maneira de começar a investir é com o apoio de alguém especialista, que o(a) consegue guiar nos seus objectivos e planos de investimento. No BiG, pode dispor de uma equipa de Financial Advisors credenciados, com formação específica para a função, disponíveis para o atender das 09:00 às 18:00, e auxiliá-lo(a) na escolha dos activos financeiros mais adequados ao seu perfil e objectivos como investidor. No entanto, mesmo com acompanhamento personalizado, não deixe de acompanhar regularmente os seus investimentos e confronte a sua performance com o resultados que pretendia atingir ao definir o seu plano.

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