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CORPORATE GOVERNANCE

Os objectivos do BIG passam por disponibilizar serviços financeiros eficientes e competitivos aos seus Clientes e criar valor, de forma responsável e sustentável, para os seus accionistas.

Para este efeito, e de forma a garantir o cumprimento das melhores práticas em matéria de Corporate Governance, o Banco dispõe de um conjunto de estruturas de autoridade e de fiscalização do exercício da mesma, internas e externas, com o intuito de assegurar o cumprimento dos objectivos propostos e das responsabilidades sociais que estão subjacentes à sua existência.

A estrutura de governo societário e organização interna do BiG reflecte a cultura de simplicidade, transparência e controlo presente desde a sua criação.

O BiG não tem valores mobiliários emitidos que estejam admitidos à negociação em mercados regulamentados. No entanto, nesta matéria procura seguir de forma geral as recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (Princípios da OCDE sobre o Governo das Sociedades – 2004) e da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários sobre o governo das sociedades, sempre que sejam aplicáveis e adequadas à dimensão do Banco.

Composta por um Presidente e um Secretário, eleitos pelos accionistas por mandatos de quatro anos com possibilidade de reeleição. As suas responsabilidades passam por dirigir as assembleias gerais de accionistas do Banco. Para o quadriénio de 2014-2017 os seus membros são:

José António de Melo Pinto Ribeiro
Presidente

João Manuel de Jesus Rufino
Secretário

Constituído normalmente por cerca de 15 membros, dele fazem parte os principais accionistas do BiG, cujos membros e Presidente são convidados pelo Presidente do Conselho de Administração, que tem igualmente lugar neste órgão consultivo. Quando convocado pelo seu Presidente, o Conselho Consultivo discute aspectos estratégicos e contribui com recomendações. As decisões do Conselho Consultivo não são formalmente vinculativas para o Conselho de Administração.

Constituído no final do ano por 5 membros executivos, que controlam e gerem o Banco directamente numa base diária. Este orgão é eleito para mandatos de quatro anos e todos os membros são executivos com experiência bancária. Estes são escolhidos com base na sua experiência, cada um é igualmente um accionista minoritário, em base indiviual, independente de qualquer interesse accionista específico. Como todos os membros do Conselho de Administração são membros executivos ("sistema monista"), não existe uma Comissão Executiva e as posições do Presidente do Conselho de Administração e de CEO estão concentrados na mesma pessoa. Este órgão inclui igualmente um Vice-Presidente / COO.

Carlos Rodrigues
Presidente e Accionista Fundador (CEO)

Licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras da Universidade Técnica de Lisboa, iniciou a sua carreira profissional em Nova Iorque em 1977, onde atingiu a posição de Senior Vice-President de um dos maiores Bancos norte-americanos, o Hanover/Chemical Bank, predecessor do actual JP Morgan Chase. Estabeleceu e liderou o primeiro Banco privado em Portugal após a liberalização do sector em 1984.Foi Country Manager, Chairman e CEO do Banco Chemical entre 1987 e 1996, e Vice-Presidente de um dos maiores grupos financeiros nacionais entre 1996 e 1998. Entre outras actividades relacionadas com a comunidade, foi Presidente da Câmara de Comércio Americana em Portugal durante 17 anos, Governador do St. Julian School e Membro da Comissão Fullbright em Portugal. Em 1999 fundou o Banco de Investimento Global onde exerce as funções de Chief Executive Officer (CEO).

Nicholas Racich
Vice-Presidente e Accionista Fundador (COO)

Nasceu nos EUA, é Mestre em Letras pela Universidade da Pennsylvania, frequentou o Doutoramento em línguas românicas e fez uma pós-graduação na Wharton School of Business. Iniciou em 1980 a sua carreira bancária em Nova Iorque no Banco Manufacturers Hanover/Chemical e veio para Portugal em 1984 com a abertura do bem-sucedido segmento Corporate do banco. Foi Vice Presidente do Banco Chemical de 1987 a 1998. Ao longo dos mais de trinta anos de experiência profissional na área financeira, tanto a nível nacional como internacional, assumiu vários cargos de topo na Banca em áreas Corporate, Mercados de Capitais, Retalho Especializado e Gestão de Risco. Foi Co-fundador do BiG em 1999, onde exerce as funções de Chief Operating Officer (COO).

Mário Bolota
Vogal do Conselho de Administração

Licenciado em Gestão e Administração de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa, onde é docente desde 1993. Trabalha no sector da banca de investimento, desde 1993 tendo sido coordenador de diversos trabalhos de assessoria financeira e várias operações de Corporate Finance tanto de empresas nacionais como internacionais. No BiG é responsável pelos clientes empresariais, coordenando o negócio de Corporate Finance e também a actividade de Private Equity.

Paulo Figueiredo
Vogal do Conselho de Administração

Mestre em Engenharia Informática e de Computadores pelo IST, Doutorando em Engenharia Informática também no IST e Alumni de Harvard com graduação no Advanced Management Program, pela Harvard Business School. A sua carreira iniciou-se em 1994 no sector da banca de investimentos tendo assumido cargos de direcção ao nível da gestão de tecnologia num banco de investimento internacional bem como num grupo bancário nacional. No BiG é responsável pelas Tecnologias de Informação e pela Investigação e Desenvolvimento.

Ricardo Pinho
Vogal do Conselho de Administração

Licenciado em Gestão pela Richmond University no Reino Unido e Pós-Graduação em Derivados na Universidade Católica Portuguesa. Iniciou a sua carreira em banca de investimento em 1995, assumindo responsabilidades em diversas vertentes dos mercados de capitais no Banco Chemical (Portugal) SA. No BiG é responsável pela área de Mercados de Capitais e Tesouraria.

O conselho fiscal conta com três membros eleitos por períodos de quatro anos. Este orgão reporta directamente aos accionistas. As suas responsabilidades incluem auditorias periódicas e independentes às contas estabelecidas de acordo com as normas internacionais de contabilidade. A composição do Conselho Fiscal para o quadriénio 2014-2017 é a seguinte:

Membros Efectivos
José Galamba de Oliveira (Presidente)
Pedro Rogério Barata do Ouro Lameira (Vogal)
Jorge Alegria Garcia de Aguiar (Vogal)

O Revisor Oficial de Contas independente providencia a certificação legal das contas do banco. As suas responsabilidades incluem também auditorias periódicas e independentes das contas, de acordo com os critérios e políticas contabilísticas portuguesas. O Revisor Oficial de Contas é eleito pela assembleia Geral de Accionistas por períodos de 4 anos. Está estipulada uma rotação do mandato do ROC após dois mandatos de quatro anos consecutivos. Para o quadriénio 2014-2017, o ROC é o seguinte:

ROC efectivo ROC suplente
PricewaterhouseCoopers & Associados – Sociedade
de Revisores Oficiais de Contas, S.A., representada
por Aurélio Adriano Rangel Amado ou José Manuel
Henriques Bernardo
Jorge Manuel Santos Costa

A comissão de remunerações conta com três membros eleitos por períodos de quatro anos. Este orgão reporta directamente aos accionistas. As suas responsabilidades incluem a determinação e avaliação periódica da remuneração dos órgãos de administração e fiscalização do Banco. Os seus membros para o quadriénio 2014-2017 são:

  • Carlos Pompeu Fortunato
  • José Galamba de Oliveira
  • José António Pinto Ribeiro

O Banco de Investimento Global, S.A. é uma instituição registada e regulada pelo Banco de Portugal e pela Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários, as duas principais entidades responsáveis pela regulação de actividades financeiras em Portugal. O Banco está ainda registado como Mediador de Seguros Ligado - 2 para o ramo Vida e Não Vida junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).

Banco de Portugal

Data de Registo junto do Banco de Portugal: 1 de Março de 1999 / código nº 61.

Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM)

Data de Autorização da CMVM: 8 de Março de 1999 / Registo n.º 263.

Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões

Data de registo inicial na categoria Vida: 22 de Outubro de 2007

Data de registo inicial na categoria Não-Vida: 26 de Novembro de 2009

Mediador de Seguros Ligado 2 / Registo n.º 207226568

Mecanismos de protecção dos Investidores

Fundo de Garantia dos Depósitos

Sistema de Indemnização aos Investidores

Qual a relação entre estas duas figuras?

Não existe qualquer relação entre o Fundo de Garantia dos Depósitos e o Sistema de Indemnização aos Investidores; o primeiro garante depósitos até € 100.000 enquanto o segundo garante montantes investidos em instrumentos financeiros até € 25.000.

Os sistemas de controlo interno do Banco de Investimento Global contemplam políticas e procedimentos integrados, que assumem natureza quantitativa e qualitativa. Estes procedimentos são revistos e aprovados pelo Conselho de Administração, que supervisiona as respectivas funções de controlo de risco, quer em grupo, quer por delegação. As nossas políticas e sistemas são concebidos, genericamente, para garantir um processamento eficaz, sistemas fiáveis, tomada de risco apropriada, medição diária dos riscos, reporte independente e comportamento responsável. As políticas e procedimentos visam igualmente garantir o respeito por, e a adesão a, orientações internas, legais e prudenciais concebidas para proteger os interesses dos Clientes e dos accionistas, enquanto preservam e protegem a reputação do Banco.

Auditoria Interna

Auditoria Interna desempenha um papel chave no sistema de controlo interno do Banco e no processo de assegurar a alocação adequada de capital na gestão do risco operacional. As inspecções regulares baseiam-se nas prioridades definidas pelo Conselho de Administração, tendo em vista os riscos inerentes às várias actividades e negócios do Banco.

A função de Auditoria Interna é objectiva e imparcial e, por via das suas análises periódicas, desempenha um papel essencial na identificação de quaisquer debilidades nos processos de controlo e políticas de gestão de risco, procurando garantir a conformidade com procedimentos internos e padrões de integridade e qualidade definidos pelo Banco. As inspecções cobrem todas as áreas de negócio e operacionais, e as respectivas conclusões são reportadas directamente ao Conselho de Administração.

Função de Compliance

A função de Compliance do Banco é responsável por (i) garantir o respeito pelas exigências legais e regulamentares aplicáveis, incluindo os termos aprovados e os padrões internos de conduta, (ii) promover um ambiente de controlo e transparência na estrutura organizacional adequado à complexidade dos serviços oferecidos e à dimensão da instituição e (iii) monitorizar a adequação e eficiência dos mecanismos de controlo associados com os riscos da actividade bancária e (iv) proteger a reputação do Banco.

Em matéria de prevenção ao branqueamento de capitais e combate ao financiamento do terrorismo, a função de Compliance é responsável pela criação dos mecanismos de controlo e detecção de operações suspeitas e pela monitorização do cumprimento dos deveres previstos na legislação em vigor relativamente à abertura de contas bancárias e conhecimento do cliente (Know Your Client). Compete a esta função a centralização do reporte e interacção com as entidades judiciais e órgãos de supervisão na investigação e análise de processos e operações suspeitas.

A função de Compliance é ainda responsável pela análise e emissão de pareceres sobre novos produtos e serviços, à luz da regulamentação em vigor, promovendo uma gestão proactiva dos mesmos, um controlo e uma validação prévia e a prevenção de conflitos de interesses.

O sistema de controlo interno do Banco baseia-se numa forte cultura de conformidade com a legislação e diferentes normativos aplicáveis à actividade bancária, bem como de cumprimento do conjunto de procedimentos e políticas relativas às obrigações contratuais, conduta pessoal e relacionamento com Clientes. No seu conjunto, estes procedimentos visam mitigar o risco do Banco incorrer em prejuízos associados a potenciais sanções de carácter legal, limitações à sua actividade e expansão e perdas de reputação associadas ao incumprimento contratual ou a uma percepção negativa da imagem pública do Banco.

Consultar o código de conduta do Banco de Investimento Global

O negócio do Banco envolve a assunção e gestão de riscos. Os principais riscos que o Banco enfrenta, inerentes à actividade bancária, incluem riscos de mercado, liquidez, taxa de juro, crédito, operacionais, tecnológicos, de compliance e reputacionais. Embora sejam analisados separadamente no presente relatório, estes riscos encontram-se geralmente inter-relacionados. Na gestão do risco da organização, a Administração revê os processos regularmente para garantir que estes são bem concebidos, disciplinados, independentes, objectivos, e quantitativos. Os nossos processos de gestão de risco associados com os mercados globais, operações de crédito, processamento, tecnologia e riscos genéricos de negócio, exigem um sistema integrado de políticas e controlos de modo a garantir a integridade do modelo de negócio do Banco e potenciar a sua estabilidade e rendibilidade. Subjacente a estes sistemas e processos está uma cultura de responsabilidade pessoal e vigilância mútua tendo em vista o interesse comum.