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Vencedores do 12.º Prémio Nacional da Agricultura
16/02/2024 16:00

| Personalidade

.   Vencedor: Arlindo Cunha  

"Hoje só se fala na componente ambiental da agricultura"
O professor na Universidade Católica do Porto e ex-ministro da Agricultura considerou que o Pacto Ecológico Europeu é uma agenda radical.

Premios agricultura
"Tenho um percurso de vida ligado a esta atividade. Lembro-me de que, no meu primeiro ano na Faculdade de Economia do Porto, quando um professor me perguntou que ramo de economia queria seguir, respondi: "Economia agrária." Retorquiu: "De facto, mesmo vindo a ser economista, vai ser pobre a vida toda." Estão a ver a imagem que as pessoas tinham da agricultura. Felizmente, hoje não é assim", disse Arlindo Marques da Cunha, professor na Universidade Católica do Porto e ex-ministro da Agricultura, no seu discurso de agradecimento.

Nasceu em São João da Boa Vista, concelho de Tábua, em 15 de novembro de 1950, num meio rural e a agricultura acompanhou a sua vida. Depois da licenciatura em Economia na Universidade do Porto, doutorou-se na Universidade de Reading em Economia e Política Agrária, tendo lecionado na Universidade Católica do Porto, e tornou-se técnico da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). Entre 1986 e 1994, foi secretário de Estado da Agricultura e ministro da Agricultura, Pescas e Alimentação, nos governos de Aníbal Cavaco Silva, e participou na primeira grande reforma da PAC em 1992. Foi deputado ao Parlamento Europeu, entre 1994 e 2003.

Só se fala da agricultura como se fosse inimiga do ambiente, quando a agricultura está na base da mais importante gestão do ambiente, que é o ciclo da água, as paisagens e os recursos. Arlindo Cunha
Ex-ministro da Agricultura
Seguiu-se a presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, entre 2003 e 2004, e a efémera passagem, como ministro das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, em 2004, no governo de Durão Barroso. É viticultor na Região Demarcada do Dão.

No seu discurso, mostrou-se crítico do Pacto Ecológico Europeu, lançado pela União Europeia em 2019, considerando que, "quando se fala da agricultura, só se fala na componente ambiental, quase ninguém fala nas dimensões social e económica". Acrescentou que "só se fala da agricultura como se fosse inimiga do ambiente, quando a agricultura está na base da mais importante gestão do ambiente, que é o ciclo da água, as paisagens e os recursos".

Arlindo Cunha salientou que a agricultura europeia emite 0,8% dos gases de efeito de estufa no mundo e concluiu que "andamos com uma agenda radical em cima das pessoas, foi preciso virem para a rua para a Comissão Europeia, onde tudo isto começou, se dar conta do erro que cometeu e está agora a recuar".


| Categoria Sustentabilidade

.   Vencedor: Casa Relvas  

A sustentabilidade da economia local
A empresa doa 10% dos seus lucros a instituições locais, privilegia as cadeias curtas de fornecimento e tem preocupações ambientais.

Diana Ramos e José Pedro Salema entregam o prémio Sustentabilidade ao CEO da Casa Relvas, Alexandre Relvas.

Este projeto familiar foi iniciado em 1997 na Herdade de São Miguel em São Miguel de Machede, concelho do Redondo, por Alexandre Relvas, administrador e acionista da Logoplaste, entre outras empresas. A Casa Relvas tem como CEO o filho, Alexandre Relvas, e as suas principais atividades são a vitivinicultura, a olivicultura, a produção de amêndoas, para além de uma vasta área de floresta ibérica. "Como empresa familiar, tem a sustentabilidade presente, pensando sempre nas suas várias vertentes como a social, a ambiental e a financeira", assinala Alexandre Relvas.

Alexandre Relvas refere que, em termos sociais, a Casa Relvas apoia as comunidades locais onde está inserida e tem, por objetivo, doar cerca de 10% dos resultados líquidos anuais a instituições locais. A sustentabilidade ambiental vai desde "a forma de cuidar do solo à agricultura de precisão, que nos permite produzir mais com menos recursos. Na adega, temos tido uma muito importante evolução na redução do consumo de água, temos pensado sempre em produtos amigos do ambiente, como garrafas mais leves, caixas recicladas", concluiu Alexandre Relvas.

A sustentabilidade financeira implica a libertação de fundos para investir e crescer, e princípios de gestão como o máximo possível de compras no mercado local para a sua promoção. Com cerca de 130 trabalhadores, a Casa Relvas tem um volume de negócios de 24,4 milhões de euros, e uma área de produção de 750 hectares.


.   Menção Honrosa: Herdade dos Lagos  

Um projeto para as futuras gerações

Pedro Santos entrega a menção honrosa a Helena Manuel, gestora da Herdade dos Lagos.

A Herdade dos Lagos é um projeto da família Zeppenfeld, que nasceu há mais de 40 anos na região de Mértola. "É um projeto de restauro de ecossistemas ainda que sempre com a componente agrícola. Numa região que sofre tanto com as alterações climáticas, é importante preservar todo o ecossistema ao nível da florestação e da produção agrícola e da produção animal. Funciona como um todo numa gestão holística do biótipo", salientou Helena Manuel, gestora da Herdade dos Lagos.

Esta empresa tem um volume de negócios de 882 mil euros, 10 colaboradores e uma área de produção de 629 hectares.

Como salientou Helena Manuel, "nos últimos dez anos foi investido muito no ecossistema, houve muito mais plantações, minimizámos os gastos de água, reduzimos os consumos energéticos, aumentámos a diversidade dentro da herdade, damos preferência aos mercados regionais, mercados de cadeia curta, investimos muito no aspeto social, tanto na contratação de gente local como na igualdade de género". Concluiu que "tentamos ser justos e deixar um projeto melhor para o futuro e as próximas gerações".


| Categoria Institucional

.   Vencedor: Semear  

Negócios sociais feitos com o coração
Nasceu em 2014 para respostas formativas para pessoas com dificuldades intelectuais e de desenvolvimento, que têm taxas de desemprego elevadas. Hoje, faz formação em cinco áreas, tem produção agrícola e agroindustrial.

Iolanda Santos Valente, diretora de projeto da Semear.

Um grupo de cidadãos preocupados com a elevada taxa de desemprego para pessoas com dificuldades intelectuais e de desenvolvimento decidiu contribuir para a resolução de respostas formativas ajustadas a este grupo de cidadãos. Foi assim que em 2014 surgiu a Academia Semear. "Somos um programa sem fins lucrativos sustentável que pretende inserir no mercado de trabalho, através de emprego digno, pessoas com dificuldade intelectual e de desenvolvimento e fazemo-lo da melhor forma que sabemos com uma equipa muito alinhada com a missão e que deixa lá o seu coração todos os dias", disse Iolanda Santos Valente, diretora de projeto da Semear.

Hoje, esta academia conta com uma área de campo de 7,5 hectares em Oeiras, para a produção hortícola biológica e para a formação de jovens e outras atividades como workshops temáticos, hortas, team buildings solidários, que produziu em 2022 21 toneladas de produtos agrícolas biológicos. Faz formação em cinco áreas: agroalimentar (armazenagem, indústria, agricultura, logística), hotelaria (restauração), cerâmica, olaria e administrativo, e, em 2022 tiveram cerca de 100 formandos.

A sua ação espraia-se ainda pela Mercearia, onde em 2022 foram produzidos 58 mil produtos e aproveitadas 8,3 toneladas de frutos e hortícolas de produtores nacionais em risco de desperdício. Os seus produtos têm a marca Semear estampada em doces, geleias, chutneys, patés, temperos, biscoitos, vinhos, queijos, entre outros. Recentemente, lançaram o ateliê de cerâmica e o restaurante Único em parceria com o Centro Cultural de Belém, e o restaurante Este-Oeste do Grupo Sushi Café.


| Categoria de inovação de produto

.   Vencedor: Asfertglobal  

A hora dos biofertilizantes
Asfertglobal é uma empresa portuguesa de biotecnologia que se dedica ao desenvolvimento, produção e comercialização de três linhas de produtos: os bioestimulantes, os produtos de biocontrolo e os biofertilizantes.

António Vicente e José Pizarro Duarte entregam o prémio a Joana Lisboa e Joaquim Machado.

Em atividade desde 2012, a Asfertglobal tem um volume de negócios de 8,5 milhões de euros e opera com 48 colaboradores.

O produto que recebeu o prémio é o Kiplant-Allgrip, um biofertilizante microbiano composto por três estirpes diferentes - bacilos megatérios, pseudomonas fluorescens e putida -, que são promotoras do crescimento das plantas, explicou Joaquim Machado, project manager da Asfertglobal. É uma ferramenta ao serviço dos agricultores para uma agricultura mais produtiva e mais sustentável.

Este biofertilizante é composto por um consórcio bacteriano que promove o crescimento das plantas, com ação particularmente relevante na produção de fito-hormonas, na solubilização de fosfato de fontes inorgânicas, e mineralização de fósforo por ação da produção de enzimas extracelulares. Tem ação direta na produtividade das culturas e apresenta resultados consistentes numa grande variedade de solos, permitindo desta forma uma redução efetiva do uso de fertilizantes químicos. "O nosso objetivo é ajudar os nossos agricultores a produzir em mais quantidade, com mais qualidade e de forma sustentável", disse Joaquim Machado.


.   Menção Honrosa: APECO-Agro-Pecuária Coelheirinhas  

Os iogurtes holandeses do Alentejo

Maria Cândida Marramaque entrega o prémio a Mirjam Buil.

A Herdade das Coelheirinhas, detida pela APECO - Agro-Pecuária Coelheirinhas, fica em Elvas e é uma exploração de vacas leiteiras em Elvas com 300 vacas adultas, 200 novilhas. A atividade principal é a produção de leite, que é, anualmente, de dez mil litros por vaca, cerca de três milhões de litros de leite por ano. Iniciou a atividade em 1999, quando a holandesa Mirjam Buil, juntamente com o marido, Sjaak Brouwer, se mudou para o Alentejo. A empresa tem um volume de negócios de 1,65 milhões de euros e conta com 12 trabalhadores.

Há dez anos tem também a produção artesanal de iogurtes, que é feita com base no leite produzido, com a marca Davaca - Laticínios do Monte, produzindo quatro a cinco mil copinhos de iogurte por semana. Começaram com embalagens de plástico, mas mudaram para o cartão alimentar, como forma de redução da pegada de carbono. "Na empresa gerimos tudo, desde a produção de leite até à produção dos iogurtes", refere Mirjam Buil, gerente da APECO. Os objetivos da empresa para o futuro seriam manter esta atividade de iogurtes, fazer novos sabores e ganhar mais clientes.


| Categoria de inovação novos projetos

.   Vencedor: Duck River Agriculture  

Amendoal e olival com água do rio dos patos
Este projeto agrícola baseia-se na cultura intensiva e com equipa jovem na gestão e faz um uso intensivo de tecnologia.

Maria João Fernandes entrega o prémio a John William Stilwell.

A Duck River Agriculture foi fundada em 2019 por Peter Martin Joost, Oliver Reynolds Joost e John William Stilwell, atual CFO, para se dedicar à produção de amendoal em Portugal. Começou com uma plantação no Ladoeiro em Idanha-a-Nova, onde se plantaram mais de mil hectares de amendoal. Em 2020, fizeram um amendoal no Alentejo, onde hoje estão plantados ou em desenvolvimento cerca de 1.000 hectares.

Em 2022, diversificaram para a cultura do olival através da compra de 650 hectares de olival com um lagar de produção de azeite em Portel e em Campo Maior. Conta com 80 pessoas, com um volume de negócios de 17 milhões de euros e tem uma área de produção de 3.200 hectares, e na denominação da empresa inspiraram-se no antigo nome do rio Guadiana e que era "rio dos patos" (duck river).

Segundo Duarte Correia, diferenciam-se por ter uma equipa de gestão jovem e pelo uso intensivo de tecnologia. "Com o Wise Crop, conseguimos controlar o dia a dia de todas as nossas operações, tal como outras variáveis do nosso negócio. Utilizamos a app Irristrat, desenvolvida e comercializada pela Hidrosoph, também com dados reais sobre meteorologia, humidade do solo e do nosso sistema de rega, bem como o Veja, que nos permite controlar dia a dia a quantidade de água entregue às plantas", referiu Duarte Correia.

Em 2023 e 2024, fizemos também um grande investimento em energia solar para autoconsumo através da instalação de centrais tanto nas unidades industriais como nas casas de bombagem.

Os grandes objetivos para o futuro são continuar no amendoal e no olival, "onde temos muito para explorar em termos de indústria. E procurar mais algumas culturas que possamos fazer na Península Ibérica para diversificar o negócio e integrar verticalmente", referiu Duarte Correia.


.   Menção Honrosa: WiseShape  

As cubas de betão para vinhos mais naturais

Armando Pereira, Tatiana Sá Marques e Amândio Santos.

A ideia nasceu quando Tatiana Sá Marques, engenheira civil, iniciou o seu doutoramento no Instituto Superior Técnico.

Tratava-se de fazer cubas de vinho em betão, o que fazia ponte com a indústria vitivinícola, pois é filha e neta de produtores de vinho, ligados à Conceito Vinhos.

Desde 2018 que a WiseShape, na unidade industrial em Coimbra, desenvolve e produz cubas em betão em formatos que potenciam todas as características organoléticas do vinho que fermenta e armazena.

"Cada tipo de areia, de inerte, é cuidadosamente selecionado e, apesar de ser uma unidade industrial, cada cuba é feita de forma artesanal. Na produção do nosso betão especial, utilizamos areias siliciosas, por acreditarmos que são as areias mais limpas e mais puras", afirma Tatiana Sá Marques. Na sua opinião, a grande vantagem de utilizar betão em vez do inox, por exemplo, é a possibilidade de existir uma micro-oxigenação natural do vinho para que possa evoluir de uma forma perfeitamente natural, contrariamente ao que acontece com a madeira, em que existe uma transferência de aromas e sabores para o vinho.

"As nossas cubas são muito orientadas para uma enologia de melhor intervenção no sentido de respeitar o terroir e permitir que o vinho traduza as características intrínsecas das nossas vinhas, das nossas uvas", considerou Tatiana Sá Marques.


| Categoria de inovação de processo

.   Vencedor: Quinta do Crasto  

O mapeamento genético de vinhas velhas
O projeto PatGen Vineyards surgiu para salvaguardar a grande diversidade de castas em vinhas velhas.

Emídio Gomes entrega o prémio a Diana Augusta e Justino Soares.

Iniciou-se em 2013 com o mapeamento genético de uma das vinhas mais emblemáticas, a centenária vinha Maria Teresa, que ocupa uma área de 4,5 hectares na Quinta do Crasto, empresa familiar situada em plena Região Demarcada do Douro. Este mapeamento, que contou com o apoio da UTAD, "implicou a georreferenciação de todas as suas videiras, falhas e bacelos, bem com a identificação molecular e morfológica de todas as suas castas", salientou Diana Augusto, responsável pelo departamento de investigação e desenvolvimento da Quinta do Crasto.

Deu origem a uma plataforma desenhada com a vinha Maria Teresa. Como refere Diana Augusto, "a identificação destas castas vai-nos permitir que, futuramente, caso alguma das videiras morra, seja substituída por outra geneticamente idêntica uma vez que estas já foram replicadas previamente por enxertia em campos de multiplicação, que possuímos na Quinta do Crasto". Esta empresa produz no Douro cerca de 1,5 milhões de garrafas de vinho do Douro e do Porto de diversas categorias, 60% das quais destinadas ao mercado nacional e as restantes 40% destinadas a exportação para 54 mercados, nos cinco continentes. Tem um volume de negócios de 10,2 milhões de euros, uma área de produção de 213 hectares e conta com 71 colaboradores.

No início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da marca e casa de vinhos Constantino, que produzia e exportava vinho do Porto e também o brandy Constantino. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, o filho Fernando Moreira d’Almeida ficou com a Quinta do Crasto. Em 1981, Leonor Roquette, filha de Fernando Moreira d’Almeida, e o seu marido, Jorge Roquette, assumiram a maioria do capital e a gestão da propriedade e, com a ajuda dos seus filhos, iniciaram a modernização da quinta.


.   Menção Honrosa: Frutas Classe-Comércio de Frutas  

Em busca dos morangos do futuro

José Folque Patrício entrega o prémio a Sérgio Constantino.

"Desde 2021 que iniciámos um projeto de investigação a que demos o nome de Resilibério, que tem como objetivo a obtenção de variedades de morango adaptadas ao nosso clima com base no melhoramento tradicional de plantas através de cruzamentos ou derivação entre genótipos ou variedades consideradas de interesse para a obtenção de uma nova variedade com características diferenciadoras", explica Sérgio Constantino, administrador da organização de produtores Frutas Classe.

Iniciou a sua atividade em 2001, tem um volume de negócios de 16,8 milhões de euros, conta com 108 colaboradores e comercializa cerca de 10 mil toneladas de frutas e hortícolas. Como referiu Sérgio Constantino, ao melhoramento tradicional das plantas aliaram as técnicas moleculares de cultura in vitro com o objetivo de reduzir o tempo necessário para a obtenção dessas novas variedades. Instalaram diversos laboratórios equipados com as mais recentes tecnologias, que permitem a utilização de marcadores moleculares no processo de seleção, aumentando a rapidez e a eficácia no processo de seleção de variedades pela análise do seu ADN.

"Estamos também a dar os primeiros passos no processo de multiplicação de cultura in vitro das plantas já selecionadas com o objetivo de obter variedades livres de patogénicos e garantir a manutenção e uniformidade genética das nossas seleções. Pretendemos obter plantas de origem nacional que consigam estar adaptadas ao clima, aos hábitos de consumo dos nossos habitantes", salientou Sérgio Constantino.

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