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UniCredit SpA (UCG)

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Capwatt financia-se em 56 milhões para novas unidades de biometano em Itália 01/07/2026 11:30:00

A Capwatt, empresa de soluções energéticas sustentáveis do grupo Prismore Capital (antiga Sonae Capital Industrials), que é detida pela Efanor, "holding" da família de Belmiro de Azevedo, garantiu linhas de financiamento verde de 56 milhões de euros destinadas à construção de três novas unidades de biometano em Itália.O consórcio financiador integra o ING Bank NV - Milan Branch e o UniCredit Spa, ambos na qualidade de Global Coordinators, Mandated Lead Arrangers, Bookrunners e Green Loan Coordinators, tendo o UniCredit atuado ainda como "banco agente". Esta operação "enquadra-se numa estrutura de Project Finance mais abrangente, concebida para suportar um portefólio alargado de ativos da Capwatt que vai além dos três projetos anunciados", refere a empresa em comunicado enviado ao Negócios."Vamos continuar a investir em novos projetos de biometano renovável na Europa, nomeadamente em Portugal, Espanha, Itália e Polónia, com o propósito de contribuir para o desenvolvimento sustentável. Estamos abertos a parcerias e operações que contribuam para cumprir o propósito nacional e europeu de acelerar a descarbonização e fomentar a economia circular", garante Miguel Gil Mata, CEO da Prismore Capital e da Capwatt. Os novos projetos localizam-se no centro e sul de Itália e terão uma capacidade conjunta de produção de aproximadamente 151 GWh por ano de biometano, "contribuindo para os objetivos de transição energética do país e para a descarbonização dos setores dos transportes e da indústria".  "O biometano renovável é uma das respostas mais concretas à dependência energética europeia, transformando subprodutos agrícolas e pecuários, não usados na cadeia alimentar em energia. É economia circular aplicada à escala industrial", sublinha Miguel Gil Mata.Pierlorenzo Monterisi, Head of Biomethane Italy, reforça que projetos de produção de biometano renovável em Itália geram "um impacto positivo para as comunidades locais e para o país, prevendo-se que ajudem a evitar cerca de 30 mil toneladas de CO2e, por ano".Além dos benefícios ambientais, os projetos "promovem a economia circular e o desenvolvimento local, através da criação de emprego, da utilização de subprodutos que terminariam como resíduos, da geração de receitas adicionais para agricultores e indústrias fornecedoras de biomassa e da disponibilização de energia renovável", acrescenta a nota.

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