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Marcelo diz que "Costa era lento" por ser "oriental" e Montenegro tem "comportamentos rurais"
24/04/2024 18:27

O Presidente da República comparou na terça-feira o atual e o anterior primeiro-ministro, afirmando que "António Costa era lento, oriental" e Luís Montenegro "não é oriental mas é lento". As declarações foram feitas num jantar com jornalistas estrangeiros.

"Não imaginam como é difícil eu adaptar-me a um novo primeiro-ministro", admitiu Marcelo Rebelo de Sousa no referido jantar no hotel de Lisboa, de acordo com o som cedido à agência Lusa pelo Correio Braziliense, traçando o perfil do atual e do anterior chefe do Governo.

Segundo Marcelo, o estilo de Montenegro é "completamente diferente" do de António Costa. Montenegro "não é lisboeta nem portuense, é uma pessoa que vem de um país profundo, urbano-rural, urbano com comportamentos rurais". "É muito curioso e dificil de entender precisamente por causa disso", acrescentou.

O atual primeiro-ministro é, segundo o Presidente, "um grande orador, que vai ganhar todos os debates parlamentares por causa disso".

"Mas é um político retórico, à antiga, não é um político estilo primeiro-ministro António Costa e muito menos estilo partidos populistas", é "discursivo, envolvente, difícil de acompanhar". Com Montenegro "eu todos os dias tenho surpresas. Com o primeiro-ministro António Costa, era ao contrário, tentava informar".

Marcelo comentou ainda a sua tarefa diante do governo liderado por Montenegro: "É estimulante, mas para mim dá muito trabalho. Não me dava muito trabalho o primeiro-ministro António Costa, era previsível".

No som ouve-se também Marcelo a considerar que a lista da AD às eleições europeias foi "totalmente improvisada", com segredo guardado até à divulgação.

"A solução para a lista europeia é tipicamente uma improvisação, guardou segredo até ao último minuto", disse o Presidente da República no referido jantar, antecipando que Montenegro "vai ser um político de silêncios" e irá utilizar muitas vezes "o efeito-surpresa".

"Vai ser um político de silêncios. Já não tínhamos isso desde o general Eanes, a gestão do silêncio. O efeito surpresa", acrescentou.

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