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Revolução legislativa e de fontes de financiamento
14/06/2021 15:00

"Não podemos dizer, por mais convicção que tenhamos, que garantidamente determinados cenários não vão ocorrer. Neste momento a situação aponta para que não haja medidas dos bancos centrais de maior contenção a curto prazo, seja ao nível da sua política de compras em mercado secundário, seja no âmbito da sua política ao nível da taxa de referência dos bancos centrais", refere Hugo Gerald Freitas, responsável de produtos de Investimento da Abanca. Citou ainda o último discurso da Fed, que considerou a inflação "uma disrupção de curto prazo e, portanto, para monitorizámos a inflação de médio-longo prazo como a grande referência e não a inflação de curto prazo".

Hugo Gerald Freitas chamou a atenção para as megatendências ou tendências supercíclicas, que são um pouco independentes da evolução de curto médio prazo, como são os temas da digitalização, da sustentabilidade, das preocupações ambientais.

"A maior parte da revolução legislativa ainda está por ocorrer, e que se vai refletir numa revolução nas fontes de financiamento", sublinha Hugo Gerald Freitas. Aponta como um dos incentivos futuros o pacote da União Europeia da Next Generation EU. "Os primeiros euros ainda estão a começar a chegar, portanto, há um grande incentivo logo para começar na questão das energias renováveis, na importância da modernização, da digitalização." A Europa, nas declarações de Ursula von der Leyen, tem-se assumido a líder mundial na sustentabilidade e na responsabilidade social.

Scorings de sustentabilidade

Salientou que em termos de regulação e da legislação dos critérios de ESG (Environmental, Social, and Governance) e da sustentabilidade, "a maior parte ainda está por se verificar, parece que já aconteceu muita coisa, mas a maior parte provavelmente virá em 2022". E vai repercutir-se mesmo do ponto de vista do advisory, do aconselhamento financeiro, nos questionários perfil de investidor como nos critérios e nas taxonomias.

Como refere Hugo Gerald Freitas, "hoje em dia é muito fácil dizermos que somos mais responsáveis porque fizemos esta ou aquela medida, mas no futuro vai ser tudo muito mais medido, comparável, com scorings, em que se pode comparar a empresa A com a empresa B". Mesmo do ponto de vista do aconselhamento financeiro, as recomendações vão ter este critério em grande consideração, porque mostra "a preocupação que as empresas tem com o médio-longo prazo e não só com o curto prazo, porque muitas destas medidas no fundo implicam compromissos a 5 e a 10 anos, ou seja, um plano de meios para lá chegar e isso é um compromisso de responsabilidade e de profissionalismo na gestão".

Considera que "há setores de atividade que mais dificilmente conseguem fazer uma redução, há outros que conseguem fazer mais facilmente, mas tudo isto pode ser mais facilmente padronizável e comparável com quem é que dentro de cada setor está a fazer esse efeito".

"A paragem brusca e forçada da atividade económica, fez com que a circulação de bens e mercadorias em termos mundiais caísse drasticamente. Com a reabertura da economia, deu-se um aumento da procura mas por vezes a oferta não consegue acompanhar o ritmo da evolução da procura", explica Hugo Gerald Freitas sobre esta disrupção de curto prazo.

Na sua opinião, em termos de investimento é essencial uma análise crítica do ponto de vista de análise setorial em relação às empresas que tem maior capacidade de retomar e de beneficiar com os aumentos dos níveis de atividade. Para alguns setores haverá um efeito muito rápido no curto prazo "que depois vai normalizar e eventualmente os setores podem demorar um bocadinho mais a recuperar, podem ter uma recuperação mais sustentada, depois é preciso ter tudo em consideração na análise", conclui Hugo Gerald Freitas.

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