Os terrenos que vão ter de pagar a AIMI, a Farfetch envolvida na nova moeda digital e o ocaso da Ode 19-06-2019 07:00:00

Bom diaAfinal, os terrenos para construção para têm mesmo de pagar o adicional ao IMI (AIMI). Trata-se de uma reviravolta, na medida em que o Tribunal Constitucional deu razão ao Fisco e anulou uma decisão da arbitragem tributária que tinha mandado devolver o imposto liquidado a empresas dedicadas à compra e venda de imóveis. No entender dos juízes não há qualquer inconstitucionalidade. Na edição desta quarta-feira a jornalista Susana Paula conta todos os pormenores deste caso.
O Facebook uniu-se a 27 parceiros e anunciou que vai lançar, no primeiro semestre de 2020, um criptomoeda, batizada com o nome de Libra, palavra que em latim significa balança e era uma unidade de peso na Roma Antiga. Numa primeira fase a Libra vai estar integrada apenas nas plataformas digitais WhatsApp e Messenger, que pertencem ao Facebook, mas os planos de Zuckerberg e seus pares são mais ambiciosos e visam criar um sistema alternativo de pagamentos. Um dos parceiros do Facebook é a Farfetch, liderada pelo português José Neves. Em entrevista ao Negócios, José Neves garante que a Libra não será "apenas uma criptomoeda" e diz que a Farfetch ficou honrada e entusiasmada com a possibilidade se ser parceira deste projeto.
A Oderbrecht já foi uma empresa incontornável no Brasil e preponderante em geografias como Angola. Agora, a construtora entrou definitivamente em derrocada, tendo feito um pedido de recuperação judicial que, contudo, não abrange o braço operacional OEC, onde está pendurada a Bento Pedroso Construções, que a Odebrecht comprou em 1988 e que participou em obras como a Ponte Vasco da Gama e a Gare do Oriente. Apesar disso, há portugueses que integram a lista de lesados pelo grupo brasileiro, "Estou a ver um filme semelhante ao que aconteceu com a [antiga] PT", vaticina um advogado. O princípio do fim da Odebrecht começou a ser escrito em 2014, quando a empresa se viu envolvida no Java Jato, o caso de corrupção que arrastou políticos, ex-presidentes e empresários.
 
Donald Trump consegue sempre surpreender. Enquanto se prepara para ser a escolha dos Republicanos para as presidenciais de 2020, Trump continua a contradizer-se. Ontem, saiu a terreiro para criticar Mario Draghi, governador do Banco Central Europeu, por este admitir baixar os juros de forma a estimular a economia. O Trump que aponta o dedo acusador a Draghi é o mesmo que exige a Jerome Powell, líder da Reserva Federal norte-americana, que desça os juros, ou seja que faça o mesmo que o BCE.
A perceção de Angola está a mudar e o Governo do país "está a dar os passos certos" afirma Daniel Santos, presidente-executivo do banco Millennium Atlântico, em entrevista ao Negócios. Posso dizer que no setor financeiro, e no nosso caso em particular, estão a surgir parcerias e reconhecimentos muito relevantes, como com o Commerzbank, ou o IFC, nomeadamente com a disponibilização de linhas de crédito para apoio à economia. São sintomas muito positivos do novo ambiente de negócios e que temos a obrigação, enquanto instituição financeira responsável, de colocar à disposição das empresas", afirma o gestor.Boas leituras