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S&P500 com maior queda em quase quatro meses com vírus chinês a preocupar 27-01-2020 14:48:00

As bolsas dos EUA abriram em queda, com os três principais índices a perderem mais de 1,5%. O coronavírus continua a fazer vítimas entre a população chinesa mas também a atacar a confiança dos investidores quanto à saúde da economia desta que, sendo a segunda maior do mundo, pode contagiar negativamente a economia mundial. Numa conferência de imprensa este domingo, Pequim, na voz do presidente Xi Jinping, alertou que a "situação era grave" e existe o receio de que a China seja incapaz de parar a proliferação da doença. No plano económico, existe o receio de que os estragos causados pelo novo vírus sejam maiores dos que a SARS causou em 2003. Um relatório da Economist Intelligence Unit (EIU) aponta para que o impacto económico na China este ano seja entre 0,5 e 1 ponto percentual do produto interno bruto (PIB) do país. Para já, o  setor das viagens é o que mais sofre, tendo em conta a contenção nesta que é a época do ano novo chinês. 
O S&P500 está a perder 1,5% para os 3.244,24 pontos, mostrando a quebra mais acentuada desde 2 de outubro de 2019. O industrial Dow Jones cai sensivelmente na mesma medida, 1,62% para os 28.520,02 pontos e finalmente, o tecnológico Nasdaq destaca-se com a maior descida, de 2,04% para os 9.122,73 pontos.
As tecnológicas americanas, cujo negócio está muito dependente da atividade económica na China tendo em conta as parcerias com empresas chinesas, mostram quedas relevantes. A título de exemplo, a fabricante de chips Nvidia cede 4,73% para os 238,64 dólares, enquanto a par do mesmo setor, Qualcomm, desliza 3,06% para os 86,91 dólares.

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