Ação "depressiva" torna dividendo da EDP "interessante"
21/03/2025 08:40
A desvalorização da EDP Renováveis e da EDP em bolsa está a tornar o dividendo da que foi em tempos a maior cotada do PSI "interessante", diz João Queiroz, "head of trading" do Banco Carregosa, ao Negócios. Mesmo com os lucros a caírem quase 20%, a elétrica optou por aumentar em cinco cêntimos a remuneração acionista, mantendo o "scrip dividend" da Renováveis, que se traduz em atribuir aos acionistas que optem por esta modalidade ações que serão admitidas à negociação na bolsa de Lisboa.
A decisão merece críticas dos analistas, não só em Portugal. David Afonso, gestor do IMGA Portugal Ações, revela-se "desapontado", uma vez que o grupo "apresentou um plano de recompra de ações próprias da casa-mãe [de 100 milhões de euros], quando a subsidiária é a que se mostra a necessitar mais de uma sinalização de confiança por parte da gestão". Lá fora, a analista do Citi Jenny Ping acusou a administração da Renováveis de não tomar ações de curto prazo para apoiar o desempenho da cotada em bolsa.
O braço verde da elétrica nacional passou de lucros em 2023 a prejuízos em 2024 e registou a maior queda intradiária desde junho de 2016 no dia a seguir à apresentação de resultados, tendo chegado a negociar em mínimos de seis anos.
Adicionalmente, "a falta de visibilidade do futuro panorama político nos Estados Unidos, em relação ao desenvolvimento de capacidade renovável, está a restringir as perspetivas de investimento em relação aos planos anteriores", refere Carlos Jesus, analista do CaixaBI, numa nota obtida pelo Negócios. Virgílio Garcia, CEO da Sixty Degrees, acompanha esta leitura e salienta que "a EDP Renováveis está a prever adições de capacidade de 2 GW para 2025 e 1,6 GW para 2026, o que também fica abaixo do esperado".
Esta falta de previsibilidade "abre portas a uma perspetiva mais generosa em termos de distribuição dos acionistas nos próximos anos, em detrimento do crescimento" que se tem vindo a registar nos últimos anos e que tinha sido o principal impulsionador dos títulos das duas cotadas do grupo EDP.
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