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PSOE vence mas pouco. Bloqueio agrava-se com subida do PP e Vox
10/11/2019 22:12

O PSOE do primeiro-ministro em exercício, Pedro Sánchez, venceu as eleições gerais espanholas deste domingo, porém foi uma espécie de vitória de Pirro na medida em que das urnas voltou a não sair uma solução governativa óbvia, ou natural.
O bloqueio político que já provocou três eleições antecipadas persiste, pelo menos no que à aritmética parlamentar diz respeito, e é até agravado face ao crescimento do PP e, em especial, do Vox. As eleições deste domingo não só reafirmaram a preferência pelo sistema pluripartidário que, em 2015, substituiu o tradicional bipartidarismo como mantiveram a fragmentação parlamentar que dificulta a obtenção dos 176 mandatos necessários à maioria absoluta. Assim, só a negociação de uma aliança parlamentar ou de governo permitirá a Espanha ultrapassar este longo período de ingovernabilidade.
Com 98,43% dos votos contados, o PSOE (centro-esquerda) obteve 28,01% (120 mandatos), menos três deputado do que na eleição de 28 de abril. Mas se os socialistas conseguiram estancar a perspetiva de quebra eleitoral, o mesmo não aconteceu com o Unidas Podemos (aliança de esquerda radical). O partido de Pablo Iglesias elegeu 35 deputados, menos sete mandatos face à última eleição.
A grande alteração relativamente às eleições de 28 de abril deu-se no campo da direita, onde o Vox (extrema-direita) disparou de 24 deputados para 52 mandatos, beneficiando sobretudo da transferência de votos oriundos do Cidadãos.
O partido liderado por Santiago Abascal é o maior vencedor da noite eleitoral, mais do que duplicando os mandatos eleitos em abril, superando o Cidadãos (liberal) e desafiando a hegemonia do PP (centro-direita) no bloco da direita. Numa eleição muito marcada pela cisão espanholismo-independentismo, o discurso patriótico do Vox colheu frutos.
O PP de Pablo Casado reforçou-se em votos e mandatos, passando de 66 para 87 assentos parlamentares, o que permite aos conservadores espanhóis afirmarem-se claramente como única alternativa a Pedro Sánchez.
Já o Cidadãos é claramente o maior derrotado, ao perder 47 mandatos para ficar com somente 10 deputados. O partido nascido na Catalunha passa de terceira a sexta força, ficando inclusivamente atrás dos independentistas catalães da ERC (Esquerda Republicana da Catalunha).
Aparentemente, os eleitores penalizaram a indisponibilidade de Albert Rivera para participar em qualquer tipo de solução de governo protagonizado por Sánchez. O fracasso registado na negociação entre PSOE e Podemos com vista à formação de um governo de coligação também resultou numa punição eleitoral maior para o partido de Iglesias do que para os socialistas.(Notícia em atualização)

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