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Wall Street sem tendência definida. Dados económicos e Fed voltam a confundir investidores
22-08-2019 21:20

As bolsas dos EUA fecharam sem uma tendência definida, num dia marcado pela divulgação de dados económicos que influenciaram os investidores em sentidos opostos. Por outro lado, a divisão no seio da Fed sobre o rumo a seguir na política monetária também não está a deixar os investidores confortáveis.
 
O Dow Jones foi o único a subir, registando um ganho de 0,19% para 26.252,24 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 0,36% para 7.991,39 pontos. Já o S&P500 fechou o dia com uma queda de apenas 0,05% para 2.922,95 pontos.
 
Os investidores reagiram hoje a dois indicadores económicos. A animar as bolsas esteve a queda, superior à prevista pelos analistas, dos pedidos de subsídios de desemprego. Do lado oposto esteve um outro dado que aponta para uma contração na atividade industrial.
 
Estes dados vieram, mais uma vez, baralhar os investidores, que já ontem não ficaram elucidados com a divulgação das minutas da última reunião da Reserva Federal (Fed), que revelaram uma grande divisão entre os responsáveis pela autoridade no caminho a seguir, devido à elevada incerteza.
 
Ainda esta quinta-feira, o presidente da Fed de Dallas, Robert Kaplan, disse que a autoridade gostaria de evitar voltar a descer os juros, ainda que esteja de mente aberta, de acordo com as declarações à CNBC. Certo é que esta abordagem não será consensual, já que na reunião de final de julho houve membros que votaram por uma descida superior ao corte de 25 pontos base realizado.
 
Amanhã, os investidores estarão atentos às palavras do presidente da Fed, Jerome Powell. O líder da autoridade vai falar em Jackson Hole e os investidores estão expectantes para perceberem se serão deixados mais sinais.
 
Por setores, as tecnológicas pressionaram a negociação, enquanto a banca travou as quedas. Apple, IBM, Intel recuaram todas mais de 0,5%, enquanto o Bank of America, o Goldman Sachs  e o Citigroup subiram cerca de 1%.
 
Destaque para as ações da Nordstrom, uma retalhista, que disparou 16%, depois de, à semelhança da Target e da Lowe na última sessão, ter apresentado resultados trimestrais que superaram as estimativas dos analistas.
 

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